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Ricardo Rodrigues
    O pressuposto de partida é simples: tradicionalmente focados na esfera do impresso (livros, jornais, revistas), pode dizer-se dos vários estudos e inquéritos que, no plano nacional, a sociologia vem desenvolvendo, ao longo das últimas... more
    O pressuposto de partida é simples: tradicionalmente focados na esfera do impresso (livros, jornais, revistas), pode dizer-se dos vários estudos e inquéritos que, no plano nacional, a sociologia vem desenvolvendo, ao longo das últimas duas décadas, em torno dos hábitos e práticas de leitura da população portuguesa (Freitas e Santos, 1992; Pais, 1994; Freitas, Casanova e Alves, 1997; Neves, 2011) que os mesmos adoptam uma perspectiva pré-Internet. Considerando que “a importância de uma sociologia da leitura tal como se constituiu” coloca um conjunto de questões ligadas “ao seu objecto e à adaptação dos seus métodos a uma realidade em evolução” (Furtado, 2000: 188), compreender como se estruturam as experiências de leitura dos portugueses quando efectivadas a partir de um ecrã de computador1 ou através da utilização de outros interfaces digitais afigura-se então fundamental, e isto num modelo de sociedade cujo paradigma da tecnologia da informação (Castells, 2002) interfere nos mais diversos domínios da existência individual e colectiva.
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