Assistant Teacher, School for Media Studies and Communication (www.escs.ipl.pt)
Researcher, CIES-ISCTE-IUL (www.cies.iscte.pt)
Researcher, CIMDE-IPL (http://www.escs.ipl.pt/index.php?conteudo=investiga&id=230)
Researcher, OberCom (www... moreAssistant Teacher, School for Media Studies and Communication (www.escs.ipl.pt)
Chapter 16 PORTUGAL From State-Subsidized to Corporate Synergy-Based Media PEDRO PEREIRA NETO & GUSTAVO CARDOSO Much has changed in the Portuguese media sector in the last thirty years. Government censorship of media content ended... more
Chapter 16 PORTUGAL From State-Subsidized to Corporate Synergy-Based Media PEDRO PEREIRA NETO & GUSTAVO CARDOSO Much has changed in the Portuguese media sector in the last thirty years. Government censorship of media content ended with the 1974 ...
Publisher: books.google.com
Publication Date: Jan 1, 2005
Publication Name: … and online newspapers in Europe: a …
Este livro é o produto de dois seminários internacionais promovido pelo Europe and Latin America Research Program (ELARP), do CIES/ISCTE, realizados com o patrocínio do Programa Lusitânia (FCT-Instituto... more
Este livro é o produto de dois seminários internacionais promovido pelo Europe and Latin America Research Program (ELARP), do CIES/ISCTE, realizados com o patrocínio do Programa Lusitânia (FCT-Instituto Camões-GRICES). Os seminários, realizados em Lisboa e Buenos Aires em 2005, tiveram como temática “A sociedade de informação: visões e abor- dagens nacionais de Portugal, Argentina, Brasil, Chile e Uruguai”. Contando com a participação de conferencistas de Portugal, Brasil, Chile, Argentina e Uruguai estes eventos constituíram um espaço privilegiado de debate sobre as relações entre a União Europeia e o Mercosul. As intervenções focaram diversos temas relacionados com a evolução, perspectivas e dimensões-chave da construção da sociedade de informa- ção nos dois espaços (Europa e América do Sul) e até que ponto a proximidade cultural condiciona ou não a similitude de políticas, experiências e necessidades nestes cinco países ibero-americanos. Os eventos contaram igualmente com a participação de colegas oriundos da França e da Itália. Dos seminários ao convite para juntar numa mesma obra contribuições dos participantes passaram-se 2 anos. Os trabalhos aqui publicados reflectem no essencial o que de investigação foi realizado pelos participantes mas também o produto das interac- ções e aprendizagens realizadas em comum. Um livro é também a busca de um traço comum de escrita. Um livro de carácter académico e produto de diferentes autores precisa de oferecer uma visão integradora. E aquela visão que nos junta aqui é a de todos sermos cidadãos de sociedades em transição. As sociedades aqui analisadas são sociedades em transição para um modelo informacional baseado em organização social em rede, isto é, sociedades em rede (Castells, 2002). Como se verifica pela análise das realidades de duas sociedades em transição, como a catalã e a portu- guesa (Castells et al., 2003, Cardoso, et al., 2005), a Internet é apropriada de forma diferente por diferentes pessoas e nem todas realizam usos que a diferenciem face ao que outros media poderiam já oferecer. Essa é uma realidade mais perceptível porventura em sociedades onde os níveis de utilização da Internet são ainda reduzidos.
A saúde individual e a sua gestão quotidiana nunca envolveram tanta informação como actualmente. Grandes quantidades de informação sobre saúde e medicina são disponibilizadas a partir de diversas fontes – sejam essas fontes profissionais... more
A saúde individual e a sua gestão quotidiana nunca envolveram tanta informação como actualmente. Grandes quantidades de informação sobre saúde e medicina são disponibilizadas a partir de diversas fontes – sejam essas fontes profissionais de saúde, especialistas de vários tipos, instituições públicas e privadas ou grupos de doentes e/ou consumidores – através de uma multiplicidade de canais informativos, tanto a partir dos media, como de base local ou interpessoal, em interacção com médicos e outros profissionais de saúde, familiares, amigos, colegas de trabalho, etc. Este fluxo constante de informação incentiva o indivíduo a ser responsável pela sua saúde, e dos seus familiares, quotidianamente (Kivits, 2004). Neste contexto de informação generalizada sobre saúde, a utilização da Internet tem vindo a revelar-se central. Nos EUA, se considerarmos os dados do WIP1, procurar informação médica na Internet é a sétima actividade mais comum (50,6% dos utilizadores de Internet afirmam ter acedido a informação sobre saúde no último ano). Simultaneamente, a cobertura por parte dos media de assuntos relacionados com saúde obriga-nos a uma abordagem desta temática que relacione estudos de sociologia médica ou de saúde com estudos sobre media. A análise da informação médica está muitas vezes confinada à relação/comunicação entre médico e utente e entre utente e sistemas formais de saúde. Mas, a noção de “utente informado” começa a surgir nos diversos debates e a trazer a lume a questão do “desafio” à autoridade dos médicos pelos utentes que cada vez se tornam mais informados e conhecedores da sua própria condição médica. As próprias campanhas de promoção na área da saúde reconhecem que a utilização dos media está a influenciar as atitudes das “audiências”, as suas crenças e comportamentos face às questões de saúde (Kivits, 2004). O papel dos media neste contexto dá-nos uma nova perspectiva de pesquisa, que consiste em compreender os contextos quotidianos de recepção e percepção da informação sobre saúde, onde a presença dos media é predominante. A emergência da Internet como uma fonte de informação sobre saúde oferece-nos uma oportunidade particular para analisar o seu significado no quotidiano dos indivíduos.